Calça Animale

11 mai

Na última quarta-feira, teve a inauguração da nova loja da Animale no shopping Iguatemi, em São Paulo. Xiz. Nunca comprei uma peça de roupa lá e muito menos acompanho as inaugurações de lojas por aí (tirando a da Sephora, que já dá taquicardia).

Pois bem. Mas a Didi Wagner estava com A calça. O corte, as cores, a estampa, o brilho, os detalhes na barra. Segundo uma pesquisa rápida aqui, essa calça é da última coleção que se inspirou nos czares russos. Linda.

 

Sapato-ouro

3 mai

Continuando o post sobre a Santa Lolla, essa seria uma próxima aquisição. A sapatilha é tão, mas tão macia que parece chinelinho de batiam (aqueles de tecido das vovós japonesas).

 

 

Sapato-jóia

3 mai

Nunca fui muito fã de caveiras. Sempre as achava bonitas nos outros. Mas aqui foi impossível evitar. Bati o olho e me vi diante de um sapato-jóia. Precioso, lapidado e delicado. Preto, de veludo, confortável. Da Santa Lolla.

 

Dior e Haute Couture

14 abr

Speechless.

 

6. O vídeo

28 mar

Aqui, nem é preciso escrever nada. O trabalho do Lado de Dentro, com a Marília e o Fabio (que eu já tinha citado aqui), é maravilhoso, meticuloso e sensível. O olhar deles está em todos os frames.

A visita da Má, Andy e Danny na hora dos preparativos (com direito a gargalhadas, claro). A subida da música na entrada do Luiz com a Sylvia (amiga e sogra). A troca de olhares com meu pai assim que entramos no “temido corredor”. O beijo.

Além do clima dos convidados e noivos, claro que tem o profissionalismo total de quem está atrás das câmeras e equipamentos. E tem também toda a delicadeza da edição, transformando uma festa de mil horas em dois minutos muito bem resolvidos, nos quais é possível ver a alma de tudo. E nossa alegria estampada.

Wedding // Dani e Luiz | Teaser from Lado de Dentro on Vimeo.

Ah, e já recebemos todas as fotos do Gustavo Gaiote e estão lindíssimas. Também, ô amigos lindos!!! Olhem as primeiras filas aí!

 

Suco de frutas Gummy

22 fev

Quase nunca tenho preguiça de pessoas. Sempre acho assunto, piada, uma conversa nova, uma troca. Mas, ultimamente, tenho tido sono de muita gente. Gente até demais para o meu “não-seleto-filtro-de-amizades”, como já diriam alguns conhecidos.

Depois de uma fase de entrega total, acho que naturalmente senti vontade de entrar numa concha. Pelo menos por alguns meses. Muita mudança ao mesmo tempo, muita agitação ao redor. E a vontade de ficar quieta em casa, com o novo divididor de teto. E como é bom poder encher o potinho de suco de frutas Gummy de novo. Recarregar e não ter de dividir.

Do lado de fora do casebre, pessoas que te sugam, reparam e gastam energia com coisas bobas. Perdem tempo criando picuinhas, tentando encher sua cabeça com opiniões que você nem está interessado. Não que eu não faça isso. Mas, num momento de reclusão (não de isolamento, reparem), é bem tedioso lidar com as paranóias alheias estampadas no dia a dia ou numa rede social qualquer. E eu também sou assim. Certeza que sou. Só que tinha paciência para lidar com essas várias personas.

Deixa o pote encher e veremos. Mas já vou ali tomar uma boa dose do Gummy e já volto.

 

Me chamem de velha

22 fev

Acabei de ver a indicação do Marco Antonio Araujo no Facebook. Ia escrever algo sobre minhas reflexões, mas seria um desperdício junto desse texto. Então fico só com um dos parágrafos que me fez rir e me enxergar daqui alguns anos (ou hoje mesmo).

“Mas eu gostaria de estar consciente, sem dor e sem tubos, porque o morrer será minha última experiência vivida. Acharia frustrante perder esse derradeiro conhecimento sobre a existência humana. Minha última chance de ser curiosa.” (Eliana Brum)

Leia mais aqui.

 

V de Lancôme

22 fev

Aí que estamos vivendo a era dos esmaltes. Nas revistas, uma briga de famosas, marcas e suas unhas coloridas. Sem contar os nomes engraçados (certeza que quem escreve nome de esmalte estagiou também em empresas de biscoito da sorte).

Na Vogue francesa, logo na home, vi essa matérias sobre novas tendências. É o V da Lancôme. Segundo a publicação é o “must”: chique e gráfico. O redondinho, chamado de Love Rose, precisa de mãos mais experientes. E sem Parkinson.

No desfile da Versus, apareceu a francesinha ao contrário, que, aliás, acho bem interessante. Confesso que odeio a francesinha comum – é o fake que não quer parecer fake. Nas preparações do casamento, a manicure já veio certa que eu faria francesinha. Para, para tudo. Nem branco eu queria. E optei por um nude bem clarinho que ainda durou um monte na viagem.

Ah, e acho que estou bem atrasada em relação a essas modas-manuais. Uma amiga tinha comentado que estão usando somente a unha do dedo anelar de cor diferente. Achei posts de um ano atrás e isso ainda continua por aí. Achei bem cafuçu (termo cearense – da amiga Tereza Cândida – que será devidamente explicado num próximo post).



 

Fotos do dia

3 fev

Referências de vários lugares (e todos pegos no Pinterest). Sorry por não ter mais informações, mas é só para inspirar mesmo.

 

5. O sapato

27 jan

Taí uma coisa complicada: bonito e confortável. O que fazer? Onde achar?

É indiscutível que as lojas especializadas para noivas tenham avançado mais no quesito conforto, mas no quesito gosto… depende do que você está procurando.

Aqui ficam duas dicas de loja de noivas para quem mora em São Paulo:

Como eu queria otimizar tudo do casamento, pensei num sapato que eu pudesse usar depois de novo. E claro que um branco com cara de noiva não daria nem pro cheiro quando aparecesse uma festinha mais informal. Bati muita perna e foi na Oscar Freire que encontrei um sapato-paixão. Tanto que duas amigas foram na festa com modelos iguais: uma na cor preta e a outra na versão sandália. Foi paixão geral mesmo.

O sapato escolhido (foto do Gustavo Gaiote):

Do Alexandre Birman até as Corellos da vida, vale fuçar bastante. Com os sapatos da Durval e Kila passando dos 400 reais, foi na My Shoes que encontrei meu curinga (e por bem menos do que isso).
Dica valiosa: passar na farmácia e comprar todas as palmilhas possíveis (Dr Scholls). Foi a salvação na festa: fiquei com o salto um tempão e nem usei minha segunda opção de sapato (lindinho da Modateca). Os dedos ficaram um pouco apertados e depois fiquei uma semana sem sentir o pé. Mas juro que poderia ter sido beeeem pior sem as palmilitas-aleluia.

O sapatinho da Modateca, que não estreou no dia (foto do blog Modateca).

 

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